[pára-arranca] Pelos caminhos da zona saloia

A caminho de Peroleite, 16 de maio de 2012
Pesquisamos a origem da aldeia. História simples: antigamente, havia por ali um homem chamado Pero, que vendia leite de vaca. Ora, nos censos - ainda não se chamavam assim - do século XVIII, contava-se apenas uma casa com 4 moradores.

18 de maio de 2012: Quem canta de galo é o pavão

Campo dos Mártires da Pátria, Lisboa
Vale a pena um passeio neste parque, também conhecido como o Campo de Santana. Não só para ver o show do pavão, mas também para ouvir o cacarejar dos galos, contemplar a dança dos patos, observar as cartadas dos velhos na esquina e a devoção a Sousa Martins.


[post-it] As cores do miradouro da Penha de França

20h15. Lisboa muda de cor quando o sol de põe. Por trás de nós está a igreja da Nossa Senhora de Penha de França. Desconhecíamos o miradouro. Devíamos ter desconfiado: afinal, penha é penhasco e lá de cima só se pode ter uma boa vista.

16 de maio de 2012: O cheiro do dia

Dia inteiro a fazer entregas. Fervia. Mais de 30ºC. Mas estávamos felizes. O Mercado cheirava a poejo.

15 de maio de 2012: Não nos cansamos...

... de olhar para as flores do nosso jardim. A hortênsia - ou hidrângea ou hortense - não consegue competir com a roseira. Lá chegará o tempo dela!


14 de maio de 2012: "Um cafezinho, filho?"

Voltamos onde tudo começa. É aqui, no único café de Albogas, que inicia o nosso dia. Enfim... começa verdadeiramente no bairro do Mercado, com o "cafezito" da D. Aida, mas no Café do Ventura a cafeína é que começa a fazer efeito. A ronda pelos produtores não é a mesma sem a senhora (é verdade, ainda não sabemos o nome dela) que nos recebe com a palavra "filho" em todas as frases que diz. Então e o Ventura?, perguntamo-nos. Nunca o vimos! Mas não faz falta. A sra. Ventura é um despacho: "Bom dia, filho? O que vai ser, filho? O café do costume, filho? E que mais, filho?" Bem-vindos ao maravilhoso mundo do Mercado!